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Funds Summit 2025: Desafios, Tendências e Oportunidades para o Mercado de Fundos

Equipe Comunicação Externa & Pesquisa

Anualmente, a MZ promove o Funds Summit, um dos principais eventos voltados para profissionais de fundos de investimento e Relações com Investidores (RI), oferecendo um espaço dinâmico para networking, troca de experiências e atualização sobre as tendências do mercado de capitais. Na edição de 2025, realizada em 13 de fevereiro, o evento reuniu especialistas para debater as melhores práticas do setor, explorando desafios e oportunidades em um cenário de contínuas transformações.
Com um formato dinâmico e interativo, o evento proporcionou insights valiosos e discussões aprofundadas sobre macroeconomia, fundos imobiliários, estratégias de comunicação e inovação tecnológica, fornecendo insights estratégicos para investidores e gestores.

Pensando sempre em empoderar o profissional de RI, seja com tecnologia de ponta e atendimento excepcional, seja através da disseminação de conteúdos relevantes, trazemos aqui um pouco mais sobre esse evento tão importante para o universo de Relações com Investidores e seus profissionais.

O Impacto do Cenário Macroeconômico na Indústria de Fundos

O painel sobre o cenário macroeconômico discutiu como os juros elevados e as incertezas fiscais continuarão impactando a captação de recursos e a alocação de ativos em 2025. Cristiano Pardi, da Contea Capital, destacou que a questão fiscal segue como um entrave, tornando os investimentos mais custosos e reduzindo o apetite ao risco. David Kim, da More Invest, apontou que os altos níveis do CDI vêm favorecendo produtos de renda fixa, como CDBs e debêntures, em detrimento dos fundos imobiliários e multimercado.

Rodrigo Coelho, da Vinci Partners, ressaltou que, apesar dos desafios, o momento pode ser positivo para novos investimentos, dado que muitos ativos estão depreciados. O painel também destacou o crescimento do mercado de crédito estruturado e FDICs, impulsionado por mudanças tributárias e a retração do crédito bancário. A diversificação de portfólio foi apontada como uma estratégia essencial para enfrentar os desafios do mercado, com foco na qualidade de crédito e monitoramento do cenário fiscal.

Os especialistas também destacaram os riscos macroeconômicos e geopolíticos, como a disputa comercial entre Estados Unidos e China e a volatilidade cambial, que podem afetar o fluxo de capital para mercados emergentes como o Brasil. A alta taxa de recuperação judicial no Brasil também foi citada como um fator de alerta para 2025, evidenciando a necessidade de maior prudência na escolha dos ativos.

A Retrospectiva dos Fundos Imobiliários e Suas Perspectivas

Em 2024, os fundos imobiliários enfrentaram um ambiente desafiador, marcado pela restrição de liquidez e alta dos juros. O painel discutiu a disputa entre fundos de tijolo e de papel, com Leonardo Nascimento, da Urca Capital, argumentando que ambos têm papel importante na diversificação dos portfólios. Regis Dall’Agnese, da RB Asset, enfatizou a necessidade de os investidores compreenderem os ciclos de mercado para ajustar suas carteiras de forma estratégica.

A reforma tributária e novas oportunidades, como a tokenização de ativos e fundos offshore, também foram debatidas. Ronaldo Rodrigues, do BTG Pactual, alertou que, apesar dos desafios, o mercado de FIIs segue sendo um componente essencial nas carteiras de investidores brasileiros. O setor de data centers foi citado como uma tendência promissora para fundos imobiliários, dado o crescimento da demanda por armazenamento e processamento de dados.

Os palestrantes destacaram que a recuperação dos FIIs dependerá da flexibilização da política monetária e de novos produtos financeiros que atraiam capital para o setor. A comunicação clara e a transparência com os investidores foram citadas como diferenciais para manter a confiança do mercado em momentos de volatilidade.

O Papel da Assessoria de Imprensa na Construção de Marca

A assessoria de imprensa foi tema de um painel dedicado à sua importância na construção da credibilidade das gestoras de investimento. Flávia Gallenbeck, da TaylorMade Comunicações, destacou que uma estratégia de comunicação bem estruturada pode diferenciar gestoras no mercado e fortalecer a confiança dos investidores. Alexandre Silverio, da Tenax Capital, compartilhou como a assessoria de imprensa ajudou a consolidar a presença da gestora no mercado, facilitando a ampliação da base de investidores.

Os participantes enfatizaram que a construção de relacionamento com a mídia deve ser contínua e planejada, incluindo reuniões estratégicas com jornalistas, conteúdos institucionais e análises de mercado. Silverio relatou que a primeira matéria sobre a Tenax no Valor Econômico abriu portas para outras publicações e contribuiu para aumentar a visibilidade da gestora. A assessoria também foi citada como peça-chave na gestão de crises, ajudando a evitar impactos negativos na reputação das empresas em momentos de volatilidade.

O Uso das Redes Sociais na Comunicação com Investidores

Outro painel discutiu como a comunicação digital e o uso das redes sociais podem contribuir para a proximidade com investidores e fortalecimento das marcas no setor de fundos. Rebeca Nevares, da Galapagos, enfatizou que a comunicação precisa ser personalizada e adaptada para cada plataforma. Louise Scheid, da Quantitas, ressaltou a importância da transparência e da interação direta com investidores, enquanto Gabriela Meirelles, da Skopos, reforçou o papel do storytelling na construção de conexão emocional com o público.

A escolha dos canais de comunicação adequados também foi debatida, com destaque para o uso de vídeos curtos, podcasts e newsletters segmentadas para diferentes perfis de investidores. Além disso, foi discutido o uso de métricas para avaliar o engajamento e a retenção dos investidores, com foco na conversão de leads em captação de recursos.

A gestão de crises também foi mencionada, destacando o impacto das redes sociais na velocidade de disseminação de informações e a importância de um planejamento estratégico para lidar com cenários adversos.

Tecnologia e Inovação na Indústria de Fundos

A tecnologia está revolucionando a indústria de gestão de recursos, e o painel sobre tendências tecnológicas destacou o impacto da inteligência artificial, automação e novos modelos de distribuição. PH Zabisky, da MZ, apontou que a transformação digital é uma necessidade, e as gestoras que não investirem em tecnologia perderão competitividade. O uso de IA para análise de dados e personalização da experiência do investidor foi um dos destaques, com cases de sucesso de grandes players do setor.

O painel também abordou a crescente adoção de ETFs e a importância da personalização no atendimento ao investidor. Cases de sucesso como Itaú, XP e Investo mostraram como a comunicação digital pode ser usada para educar e engajar investidores, garantindo maior retenção e fidelização. O conceito de “cacique anda com cacique” foi citado para reforçar que a proximidade com investidores atuais gera novas oportunidades de captação de recursos.

Além da tecnologia, o relacionamento humano segue essencial. O atendimento próximo e a personalização do serviço foram apontados como diferenciais competitivos para a retenção de investidores. A capacidade de inovação em produtos financeiros e canais de distribuição foi citada como um dos fatores-chave para a sustentabilidade das gestoras no longo prazo.

Resumindo em um parágrafo ou mais

O Funds Summit 2025 trouxe reflexões valiosas sobre o futuro da indústria de fundos. Os desafios macroeconômicos e regulatórios seguirão exigindo adaptação e estratégias bem definidas. Ao mesmo tempo, a inovação tecnológica, a comunicação eficaz e a personalização da experiência do investidor serão diferenciais para gestoras que desejam prosperar em um mercado cada vez mais competitivo.

O evento destacou que a sobrevivência no setor dependerá da capacidade de evoluir rapidamente, incorporar novas tecnologias e manter um relacionamento sólido e transparente com os investidores. A integração entre marketing, relações com investidores e tecnologia será fundamental para que as gestoras se destaquem no cenário atual. Como concluiu PH Zabisky, “quem não faz poeira, come poeira” – um lembrete da necessidade constante de inovação e estratégia no dinâmico mercado de fundos de investimento.

E a MZ, como líder em soluções para empoderar o profissional de relações com investidores, seja de empresas, seja de gestoras, reforça seu compromisso em ajudar as companhias em se comunicar cada vez mais e melhor com o mercado. Esperamos ter ajudado com mais informações sobre esse evento tão importante e estamos por aqui, sempre à disposição!

 

Equipe Comunicação Externa & Pesquisa MZ

 

Sobre a MZ

A MZ (www.mzgroup.com.br) é o maior player global independente e o líder em soluções de relações com investidores (RI).

A Companhia, fundada em 1999, ultrapassou a marca de 2.000 websites publicados, servindo atualmente mais de 800 empresas e gestoras de investimento em 12 bolsas de valores.

Com o propósito de empoderar estratégias de RI, a MZ entrega tecnologias inovadoras e atendimento excepcional aos clientes, assegurando parcerias de longo prazo.

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